Há exatos 2 anos, no dia 18 de Maio de 2011, o aluno Felipe Ramos de Paiva foi assassinado no estacionamento da FEA USP, ao término de suas aulas no período noturno. O episódio chocou a Universidade e a sociedade, sendo o ápice da inegável onda de violência na qual a USP encontrava-se imersa. Após inúmeros roubos e sequestros, lamentavelmente o latrocínio não poderia ser encarado como um fato inesperado.
Poucos dias antes do assassinato, o CAVC publicou em seu periódico O Visconde (edição de Maio) texto intitulado “Prioridades Invertidas”, no qual lia-se: “Os sequestros (…) ocorrem nos arredores da FEA, majoritariamente nos seus estacionamentos. Nesses locais, há falta de iluminação e de segurança adequada.” O assassinato, portanto, era uma tragédia anunciada. Assim, com o estopim da questão, foi firmado um convênio entre a Universidade e a Polícia Militar, em Setembro do mesmo ano, enquanto outras ações foram prometidas no sentido de melhorar a segurança do campus.







